Estive pensando em talvez fazer uma faculdade de jornalismo, e que apenas por alguns instantes quis brincar como tal, então nesta postagem serei eu a escrever uma notícia, uma sobre o amor, meio trágica, mas a vida nem sempre tem um final feliz. Claro que preciso melhorar, entretanto para um esboço está bom, acredito estar no caminho certo:
" Na manhã do dia 9 de março, uma quarta-feira, houve um tumulto na avenida principal na cidade de São Paulo. Um dos andares de um prédio residencial havia explodido, resultado de um vazamento de gás(segundo os oficiais que estavam cuidando do caso). Todavia a inquietação não era pelo fogo, mas sim uma garota de apenas 10 anos, que conseguira driblar os seguranças e entrar no prédio. Seu desespero, era porque seu cachorro se encontrava preso no meio dos escombros queimados. Um dos bombeiros logo que viu a garota entrar, fora atrás, dez minutos depois, voltara segurando apenas o cachorro. Em seu depoimento, alegou que a menina ao salvar o animal, ficou presa em uma viga e morreu antes que ele pudesse fazer alguma coisa. A família pensa em processar os policiais que não conseguiram deter a entrada da menina."
Ficou bom?
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Contotui
É como disseram: Fantasia incerta e malcriada
domingo, 13 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
Ventania
Matias era um homem de muitas palavras, para tudo continha uma resposta inteligente na ponta da língua, contudo o que mais se deleitava em dizer, é que "homem não chora", e se gabava em admitir que nunca chorara na vida, a não ser quando veio ao mundo.
O rapaz não era nem um pouco humilde, vivia dizendo que tinha muita sorte impregnada em sua pele, não sai de dentro de bares e cassinos jogando, dizia que ganhara a vida assim.
Todavia, todos nós somos feitos de carne, inclusive Matias, e seus dias de deus dos dados acabara, perdera quase todo o seu dinheiro numa mega aposta na roleta, fora para casa, entretanto manteve sua palavra, não derramou uma lágrima sequer.
O homem que não chora narrou sua desventura para os amigos, estes por sua vez, deram a ideia para Matias de ir e jogar na loto, e foi o que ele fez, no dia do resultado foram todos juntos, e para grande surpresa do grupo, Matias havia acabado de ganhar dezesseis milhões de reais. Parecia que sua sorte havia mudado.
No momento em que o sortudo fora entregar seu bilhete, uma forte ventania bateu e arrancou o tesouro de suas mãos, o homem tentou correr, mas era tarde, o bilhete caira certeiramente dentro de um tubo incinerário da fábrica ao lado.
Matias e seus amigos foram para casa, esse manteve a pose até chegarem ao recinto, lá o homem que se dizia sem lágrimas, provou para Deus e o mundo que não era tão seco. Matias chorou noite à dentro.
O rapaz não era nem um pouco humilde, vivia dizendo que tinha muita sorte impregnada em sua pele, não sai de dentro de bares e cassinos jogando, dizia que ganhara a vida assim.
Todavia, todos nós somos feitos de carne, inclusive Matias, e seus dias de deus dos dados acabara, perdera quase todo o seu dinheiro numa mega aposta na roleta, fora para casa, entretanto manteve sua palavra, não derramou uma lágrima sequer.
O homem que não chora narrou sua desventura para os amigos, estes por sua vez, deram a ideia para Matias de ir e jogar na loto, e foi o que ele fez, no dia do resultado foram todos juntos, e para grande surpresa do grupo, Matias havia acabado de ganhar dezesseis milhões de reais. Parecia que sua sorte havia mudado.
No momento em que o sortudo fora entregar seu bilhete, uma forte ventania bateu e arrancou o tesouro de suas mãos, o homem tentou correr, mas era tarde, o bilhete caira certeiramente dentro de um tubo incinerário da fábrica ao lado.
Matias e seus amigos foram para casa, esse manteve a pose até chegarem ao recinto, lá o homem que se dizia sem lágrimas, provou para Deus e o mundo que não era tão seco. Matias chorou noite à dentro.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
"... e eu te direi quem és"
Nunca acreditei na filosofia. Tudo que os filósofos fizeram, foi apenas dizer o óbvio. Aquilo, "Diga-me com quem andas, e eu te direi quem és", é tão óbvio que chega a ser mentira, quem compôs essa oração, apenas teve que se dar ao trabalho de parar e observar por alguns minutos. Acho isso tudo uma grande besteira.
Bom, esquecendo todas as minhas críticas, por hora vamos ao trabalho. O dia amanheceu. É hora de ir à escola, encontrar os amigos, zuar bastante e dar boas risadas. Também estudo, mas não muito, vivo sendo mandada para fora da sala, mas também nem me preocupo, meus país não ligam a mínima. Levo uma vida agitada e da maneira que quero.
Era um dia comum, eu estava na diretoria, como de rotina, quando veio um homem da limpeza, gritando, apavorado, pálido, sem palavras, apenas conseguia proferir a palavra morte. Haviam matado a faxineira do primeiro andar, acharam-na num saco plástico preto nos lixos do fundo, descobriram pelo fedo que aquilo estava exalando. Terrível.
Logo chamaram a polícia, revistaram todos da escola, até alunos e diretores, pegaram depoimentos, e nisso tudo a escola ficou em greve. Foi então que chegaram a conclusão, óbvia, de que não havia sido ninguém de lá, e assim foram as palavras da diretora da escola em uma reunião de pais e alunos. No fim, os policiais não conseguiram descobrir quem era.
Por isso tudo que acabei de lhes contar, é que digo que as amizades não dizem quem são as pessoas, ninguém pode dizer, ninguém pode saber, pois no fim ninguém descobriu que havia sido eu a assassina, e até hoje não sabem que já matei quarenta e sete pessoas.
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Uma notícia do Além
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